Olá 2014

2014, finalmente você chegou! Depois de muita espera, o ciclo de 2013 acabou e você apareceu para dar início a projetos, promessas, dias novos.  As pessoas vivem em eterna contagem, mesmo as que não gostam de contas. Contam dias, horas, semanas, anos, estações, semestres… E mesmo que o tempo seja algo contínuo, mesmo que esses ciclos não tenham uma passagem especial de um para o outro, todos insistem em marcar a passagem deles.

2014 foi um ano muito desejado por mim. Não fiz nenhum projeto especial para esse ano, não me apeguei a grandes metas e, sabiamente, não criei falsas esperanças pra esse ano que começa. Na realidade, tudo o que eu desejei foi sair de 2013. Na virada do ano, durante o dia 1º e até mesmo agora eu me mantenho cética sobre essa história de que dias melhores virão. Não por não ser otimista mas por medo. É, 2013 foi um ano ruim.

Um ano ruim, pra mim, não é aquele em que muitas coisas ruins acontecem. É um ano em que, apesar das coisas boas, as coisas ruins conseguem sempre se sobressair. Foi o que aconteceu comigo. Reencontrei amigos maravilhosos? Sim. Recebi apoio de pessoas incríveis que, independente do horário, me aguentavam reclamando? Sim. Fui cuidada, amada, bem tratada? Sim. Tive a oportunidade de aprender coisas novas, não só na faculdade como na vida? Sim. Tive momentos felizes? Sim! Mas de todos os problemas que tive durante o ano, quase todos não-memoráveis, um único problema conseguiu afundar minha felicidade.  Uma frase é capaz de mudar sua vida. Uma frase de poucas palavras mas que contém nela a dor de muitos anos, o medo infindável de uma promessa ser quebrada, a traição inesperada, o egoísmo de achar que o problema é de uma única pessoa. Tristeza, choro, o medo da depressão estar chegando… Tudo isso resumiria meu último trimestre de 2013.

Não vamos falar nisso. Cética ou não, prefiro pensar como um ser humano normal e achar que 2014 é uma porta aberta para novas oportunidades. Sem promessas, sem metas absurdas, sem lágrimas de tristeza. Seja bem vindo, 2014!

De agora em diante, pés no chão mais do que nunca.

De agora em diante, pés no chão mais do que nunca.

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